quarta-feira, 29 de maio de 2013

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                                                                O TEXTO LITERÁRIO
Por isso, para ser literário, é preciso que exista no texto a elaboração nos planos da estrutura e do conteúdo. Sobre a estrutura, há a construção formal do texto: se prosa, há os romances, as crônicas, os contos, as novelas, enfim, diferentes gêneros narrativos que possuem características peculiares em sua composição; se poesia, há as estruturas fixas - sonetos, elegias, odes, e as estruturas livres, compondo os versos e criando estrofes ou não.

                                                                O TEXTO NÃO LITERÁRIO
No plano da linguagem, os textos não literários utilizam, sobretudo, a linguagem denotativa (aquelas que assumem o sentido literal, dicionarizado). Predomina a função referencial da linguagem, ou seja, são textos objetivos, claros, de caráter informativo.

domingo, 19 de maio de 2013

Antigo Regime; Estado Moderno

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  • Antigo regime é a forma de governo anterior a chegada da burguesia no poder político.
  • Sociedade dividida em 3: Clero e nobreza no topo; Servos na base. Terra era padrão de riqueza.
  • Economia agrária.
  • Camponeses eram presos à terra, a terra pode mudar de dono mas eles continuam lá.
  • Estado Moderno = absolutismo.
  • Sociedade dividida em 3: Clero e nobreza no topo; Camponeses na base.
  • Direito Divino: O rei é o representante de Deus na terra.
  • A burguesia possuía poder econômico mas não tinham status para ocupar poder político.
  • Mercantilismo: Metalismo: (Nação com mais metais preciosos seria a nação mais poderosa); Balança comercial favorável: (importar menos; exportar mais);  Intervenção do Estado na economia: (Intervenção do livre comércio e na livre concorrência); Pacto Colonial: (Colônia só pode fazer comércio com a Metrópole).

terça-feira, 7 de maio de 2013

LE VOYAGE DANS LA LUNE (1902)

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Durante um congresso científico, o professor Barbenfouillis (interpretado pelo também diretor Georges Méliès), convence seus colegas a participar de uma viagem de exploração à Lua. São então, lançados em direção à Lua em uma espaçonave.  Este filme francês de 1902 representa uma revolução para à época, dada a sua duração (14 minutos), se comparado aos mais comuns curta-metragens de dois minutos produzidos no início do século XX. Viagem á Lua reflete diretamente a personalidade histriônica de seu diretor, Georges Méliès, cujo passado de ator de teatro e mágico influencia a produção do filme. A obra faz corajosas experiências com algumas das mais famosas técnicas cinematográficas, como superposições, fusões e práticas de montagem que seriam amplamente utilizadas no futuro. Apesar da simplicidade de seus efeitos especiais, o filme costuma ser considerado o primeiro exemplo de cinema de ficção científica. O filme apresenta muitos dos elementos característicos do gênero - uma espaçonave, a descoberta de uma nova fronteira - e estabelece a maioria de suas convenções. De modo mais geral, Viagem à Lua também pode ser considerado o filme que estabelece a principal diferença entre ficção e não-ficção cinematográfica. Em um tempo em que o cinema retratava, na maioria das vezes, a vida cotidiana (como nos filmes dos irmãos Lumière, no final do século XIX). Méliès conseguiu oferecer uma fantasia que almejava o entretenimento puro e simples. Ele abriu as portas para os cineastas do futuro expressando visualmente sua criatividade de maneira completamente alheia aos filmes da época. Imperdível para aqueles interessados na origem das convenções que posteriormente influenciaram todo o gênero e seus mais famosos registros.

sábado, 4 de maio de 2013

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sexta-feira, 3 de maio de 2013

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“E vou dizendo lento, como quem tem medo de quebrar a rija perfeição das coisas, e vou dizendo leve, então, no teu ouvido duro, na tua alma fria, e vou dizendo leve, e vou dizendo longo sem pausa, gosto muito de você de você muito de você.” — Caio Fernando Abreu.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

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“O medo corrompeu meus sonhos, a confiança acabou se tornando covarde perto do desafio que esta por vir. Das duas uma, enfrentar de cabeça erguida e aceitar a glória da aceitação ou o desprezo da derrota, porém se enfrentar com medo já estarei derrotada.” — Livraria Pessoal